Luiza Gravina

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Por uma Pedagogia Decolonial:

A ideia de Colonialidade, introduzida por Aníbal Quijano no final dos anos de 1980 e início de 1990, busca, a priori, compreender as formas de colonização sofridas pelas sociedades do Novo Mundo, da África e da Ásia, bem como as reestruturações dessa lógica de dominação. É a partir desse pensamento que passamos a construir novas perspectivas sobre a modernidade fazendo surgir a relação dialética modernidade/colonialidade, também introduzida por Quijano. 

Contemporaneamente, essa relação é vista como um passo para o entendimento do Giro Decolonial, da busca por uma reconstrução da história, dessa vez, contada sob a luz das experiências dos colonizados. É importante compreender que não se trata da negação das fontes de conhecimento oriundas da Europa, mas sim de sua superação. Trata-se da elaboração de um novo pensar dando voz aos conhecimentos criados a partir dos signos da colonização. 

A criação de novos saberes e conhecimentos na relação ensino-aprendizagem impacta, diretamente, a formação de um novo corpo discente não reprodutor de regimes de pensamento baseados na visão de mundo do colonizador. O presente texto busca  explicitar a relação entre a corrente de pensamento decolonial e as formas do ser e saber em concordância com as formas e reestruturações das relações de dominação, especificamente na América Latina. […]


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